Chamado à Adoração:
Leitura responsiva do Salmo 95. 1-5 (Dirigente e Crianças)
Dirigente: Vinde cantemos ao Senhor!
Crianças (Cantando): Vinde, cantemos ao Senhor
Com alegria! Com alegria!
Vinde, cantemos ao Senhor!
Dirigente: Saiamos ao Seu encontro com ações de graças.
Crianças: Vinde cantemos ao Senhor! etc.
Dirigente: O Senhor é o Deus supremo. É o grande Rei acima de todos os deuses.
Crianças: Vinde cantemos ao Senhor! etc.
Dirigente: Vinde, adoremos e ajoelhemos diante do Senhor que nos criou.
Crianças: Vinde cantemos ao Senhor! etc.
Dirigente: Ele é o nosso Deus, e nós, povo do seu pasto e ovelhas da sua mão.
Crianças: Vinde cantemos ao Senhor! etc.
(As crianças entram no templo andando ou marchando enquanto cantam o estribilho e tocam instrumentos: chocalho, triângulo, côco, prato, pandeiro. Param e a dirigente diz a frase. Recomeçam a cantar e a caminhar. Depois que acabarem as frases, as crianças vão repetindo o estribilho até chegarem aos bancos da frente onde se sentam. Partitura na seção de Músicas).
Hino de louvor nº 129 do H.E ou outro cântico preferido.
Oração de adoração.
Leitura: “JESUS, OS PAIS E O PAI”
JESUS, OS PAIS E O PAI
(Grupo de 10 crianças para fazer leitura e cantar)
Todos JESUS ATENDE OS PEDIDOS DOS PAIS
Criança 2- Jairo, o chefe da sinagoga, suplicou:
- Senhor, a minha filhinha está morrendo. Vem, coloca a tua mão sobre ela e ela viverá.
Jesus o atendeu. E a menina viveu!
Criança 3- ORAÇÃO - Deus pai: Como Jesus, naqueles longínquos dias, lá na Palestina, atende a súplica dos pais.
Sara as filhas e filhos doentes de todos os males;
Restaura a vida de filhas e filhos para alegria e paz.
Crianças 1, 2 e 3 - Amém e Amém!
Todos - JESUS FALA SOBRE OS PAIS
Criança 4- Disse Jesus:
- Qual é o pai que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? E se lhe pedir peixe, lhe dará uma cobra?
Criança 5- O filho , arrependido, regressou para casa.Seu pai, de longe, o avistou. E, compadecido, correu ao seu encontro o abraçou e beijou.
Criança 6- ORAÇÃO - Deus pai: Tenha misericórdia dos pais humanos. Ajude-os a serem como Jesus mencionou:
•que dão boas coisas a seus filhos, não apenas o pão que nutre os corpos, mas o pão do exemplo, da atenção e do carinho;
•que são capazes de reconhecer suas fraquezas e necessidades, oferecendo compaixão, acolhimento e perdão.
Crianças 4, 5 e 6 Amém e Amém!
Todos JESUS ENSINA SOBRE O PAI
Criança 7- Disse Jesus:
- Observai as aves do céu; não semeiam nem colhem...
Olhai os lírios do campo; eles não trabalham nem fiam...
Portanto, não vos inquieteis, dizendo: o que comeremos ou com que nos vestiremos?...Vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas elas...
Criança 8- Deus, o Pai não nos deixará sozinhos...
Disse Jesus: “...Todos se dispersarão e me deixarão, contudo não estou só, porque o Pai está comigo.”
ORAÇÃO - Deus pai: Louvamos-te porque nos sustentas com teu amoroso cuidado, não nos deixas só e, pela tua graça, nos ofereces a vida eterna.
Crianças 7, 8, 9 e 10 Amém. Amém!
CÂNTICO
(Todas as crianças de 1 a 10)
“Deus, nosso Pai
É o Bom Pastor.
Nós, as ovelhinhas
Temos seu amor;
Amor que inclui a todos,
A todos, igualmente.
Ninguém está de fora,
Ninguém é diferente.”
(Textos Bíblicos de referência: Jo 4.49-50; Mc 5. 22-24; Lc 11. 11-13; Lc 15.20; Mt 6. 25-32; Jo 16.32 e Jo 3.16)
Dirigente: Jesus também ensinou que Deus é Pai Nosso, não apenas “meu”. A quem nós, irmãos uns dos outros, devemos orar.
Oração “Pai Nosso” - toda a congregação
Homenagem das crianças com poesias, versinhos e canções
Dramatização “Pai diferente no coração da gente”.
PAI DIFERENTE NO CORAÇÃO DA GENTE
(Adptado de “Cada Pai tem seu Feitio”, V. Missionária III Trim.96)
PREPARAÇÃO
Preparar um coração grande em papel - camurça vermelho;
Preparar tiras de cartolina onde estará escrito, em cores diferentes, os diversos tipos de pai: SUPER-PAI, COMPANHEIRO, DISTRAÍDO, BRINCALHÃO, SEVERO, SEPARADO, PAI-AVÔ.
Oito crianças decoram a estrofe inicial que falarão juntas e cada uma fica responsável por preparar uma das outras falas indicadas.
APRESENTAÇÃO
Cada criança ao recitar a sua estrofe vai até o coração e fixa sobre ele a sua faixa.
JUNTAS:
Pai não é igual!
PAI É DIFERENTE...
E TEM LUGAR ESPECIAL
NO CORAÇÃO DA GENTE.
CRIANÇA 1: (Super-Pai)
O meu pai é o melhor.
O mais bonito, o mais forte;
Sabe tudo o meu pai
E pratica muito esporte!
O problema é matemática?
Ele sabe resolver!
Mamãe precisa de ajuda?
Lá vai ele pra fazer.
Brinquedo pra consertar;
Levar, buscar, pentear;
Mesmo lavar, cozinhar...
Com o Papai pode contar!
CRIANÇA 2: ( Pai Companheiro)
O meu Pai trabalha muito
Chega em casa bem cansado,
Mas arranja um belo tempo
pra ficar ao nosso lado.
A gente conversa, brinca,
Joga um pouco, vê TV.
Mas a hora mais gostosa
é quando o meu pai lê!
CRIANÇA 3: (Pai Severo)
Meu pai é muito bom,
mas quer tudo direitinho.
Brinquedos arrumados,
Dentes bem escovados.
Tem hora para estudar;
Tem hora pra natação;
E tem hora pra brincar
E pra ver televisão!
Com o papai não tem moleza.
Mas a vida é uma beleza!
CRIANÇA 4: (Pai distraído )
O meu pai é ligadão
na leitura do jornal:
A gente pode brigar,
minha mãe pode chamar,
pode explodir o fogão,
pode a casa vir ao chão...
Que ele nem se perturba!
Segue em frente com a leitura!...
CRIANÇA 5: (Pai Brincalhão )
Meu papai é brincalhão,
Gosta bem de uma bagunça!
ele se joga no chão,
dá cambalhota, mexe o dedão...
Põe o nariz de palhaço
E fica mito engraçado!
Quanto mais a gente ri,
Mais ele fica animado.
CRIANÇA 6: (Pai Separado)
Tem coisa que a gente não entende.
É um negócio atrapalhado...
Pai e mãe que se separam
E deixam tudo complicado.
Um pouco aqui, um pouco ali;
Natal com um,
Ano novo com o outro.
Cada um para o seu lado.
O jeito é tirar proveito,
Do melhor de cada um,
sabendo que os dois nos amam
e só desejam nosso bem....
CRIANÇA 7: (Pai-Avô)
Vovô é pai duas vezes,
com uma grande diferença;
não precisa educar,
não precisa corrigir.
O negócio é só amar,
O legal é só curtir...
Carinho, bastante carinho
Histórias para contar,
Cantigas para embalar,
“colinho” pra consolar...
CRIANÇA 8:
O melhor de tudo isso,
É que temos um pai na terra,
e temos um Pai no céu,
a quem queremos dar graças,
a quem queremos louvar
por todos os pais presentes
a quem queremos honrar!
OBSERVAÇÃO:
Cada criança colocou no coração o tipo de pai sobre o qual falou. Depois, outras crianças se juntam a estar oito e cantam o canto de Ação de Graças“ Papai”.
PAPAI
Papai, hoje é seu dia,
queremos comemorar.
Vamos te dar um beijinho
e um abraço sem par.
Crianças, aqui estamos.
Unidas, vamos louvar
ao nosso Deus tão querido
que deu o papai para amar
PAI DIFERENTE NO CORAÇÃO DA GENTE!
Cantando para o Papai
(crianças cantam o hino predileto dos pais; fazer pesquisa antes e ensaiar).
Oração pelos Pais:
Grupo I - Senhor tu que és a luz do mundo.
Grupo II - Vem iluminar os pais!
Todos - Vem, Senhor!
Grupo I - Tu que és o sal da terra.
Grupo II - Vem preservar os pais!
Todos - Vem, Senhor!
Grupo I - Senhor, tu que és o caminho para a vida.
Vem guiar os pais
Todos: Vem, Senhor!
Grupo I - Senhor, Tu que és fonte de Sabedoria,
Grupo II - Vem ensinar aos pais!
Todos - Vem, Senhor!
Grupo I - Senhor, tu que és a vida dos corações.
Grupo II - Vem verificar os pais!
Todos - Vem, Senhor!
SOMOS FILHOS E FILHAS DE DEUS.
- Leitura Bíblica: I João 3.1a
-Cantar as palavras deste texto. (Corinho) “Vede que grande amor”
Bênção Cantada: “Deus te abençoe, Deus te proteja; Deus te dê a paz”
LEITURA CORAL
(Adaptação de texto da Revista de Domingo do J. Brasil)
Todos: SER PAI É PADECER NO PARAÍSO
1- Tem pai que também espera os 9 meses por seu filho.
Todos: JUNTO DA MÃE, MAS ESPERA.
2- Tem pai que dá mama a seu filho.
Todos: DE MAMADEIRA, MAS DÁ.
1 e 2- Tem pai que faz de tudo...
3- Dá banho, passa talquinho...
4- Dá sopinnha, chá de erva-doce...
5- Passa a noite em claro para que a mamãe possa descansar...
1 e 2- Tem pai, sim, tem pai...
3- ...que se emociona com os primeiros passos de seu filho.
4- e com as primeiras palavras, também.
5- Tem pai que chora por seu filho
3- e se orgulha de suas conquistas, de seu progresso.
1 e 2- Tem pai que é o maior amigo de seu filho...
4- Não importa a situação
Todos: TEM PAI QUE É UMA VERDADEIRA MÃE!...
ACRÓSTICO:
(Cláudia Santana)
Cada criança segura uma letra da palavra PAPAI:
P aciente
A moroso
P erseverante
A tencioso
I nteressado
Todos Juntos:
Feliz a criança que tem
um pai com essas qualidades
e que busca sempre em Deus
orientação para as suas atividades.
VIVA O DIA DOS PAIS!
DRAMATIZAÇÕES:
CORAÇÃO DE PAI
Nancy Tims
Esse é um cara muito legal.
(coloca o rosto)
Quando preciso dele, não tira o corpo fora.
(coloca o corpo)
Está sempre pronto para me dar uma mãozinha.
(coloca o braço direito)
Gosta de me abraçar.
(coloca o braço esquerdo)
Brinca comigo... É um bom pé de bola.
(coloca a perna direita)
Me leva para passear... mas, se fico doente, me leva depressa ao médico.
(coloca a perna esquerda)
Uma pessoa assim tão especial, só podia ter um coração de PAI.
(coloca o coração no qual está escrito a palava PAI.)
CORAÇÃO DE PAI - Como fazer:
Afixar num quadro uma folha de papel pardo na qual já está desenhado de leve, o contorno de um corpo. Ir acrescentando as partes do corpo à medida que as crianças falam o texto acima.
O título ou VIVA MEU PAPAI pode ser colocado no final.
Prepare uma porção de rolinhos de fita gomada prontos para colocar atrás das figuras no momento que a criança apresentá-la. Um adulto deve fazer isso, reforçando em voz audível, o que a criança falou.
DRAMATIZAÇÃO:
(Nancy Tims)
Três crianças: uma com um paletó de adulto, outra com um cinto e outra calçando sapatos de homem:
1ª Criança - O paletó do papai é grande!
O amor do papai por mim,
Também é grande assim.
2ª Criança - O cinto do papai dá duas voltas em mim.
Comprida desse jeito,
É a paciência do papai comigo.
3ª Criança - Os sapatos do papai são largos e fortes.
Forte assim, é o apoio que o papai me dá
E larga a sua proteção.
Obs. Essa dramatização deve ser feita com crianças pequenas para contrastar com os objetos usados. Elas devem ficar bem visíveis pra que todos possam observar os sapatos, cinto e paletó.
Sugestão para as criança pequenas:
Deixe as crianças do maternal darem um recadinho para o papai; Elas vão ficar felizes de estar lá na frente, em alguns casos falando no microfone e algumas delas vão conseguir expressar seu carinho para o papai “todo bobo”.
Ainda para as crianças do maternal:
Vamos fazer uma camiseta para dar de presente ao papai? No dia da homenagem, as crianças entram vestidas com a camiseta, enorme! Recitam o versinho e ao final tiram a camiseta e vão presentear o papai.
PAI
Tem “P” como Companheiro
Tem também o “A” de Amigo
Tem o “I” como herói
É o nosso Papai querido
COMPANHEIRO
AMIGO
HERÓI
MÚSICAS
Pai, pessoa importante - CD Todas as Crianças - Departamento Nacional de Trabalho com Crianças da Igreja MetodistaOração de Menino – CD Louvor de Roda – Departamento Regional de Trabalho com Crianças/Igreja Metodista - I Região Eclesiástica
Quem é Deus – Cancioneiro Canções para Toda Hora – Igreja Metodista
Dia do Papai - Cancioneiro Canções para Toda Hora – Igreja Metodista
Pai, Sempre te Amarei – CD Pelas Mãos de Uma Criança – DNTC
Alguém Especial – Igreja Metodista de Rudge Ramos
Adaptações:
O Pai
Letra de Else Amélia Vergara/música popular “lá vem o pato...”
Lá vem o pai
Passo aqui
Passo acolá
Lá vem o Pai
Para ver o que é que há
O filho sapeca
Subiu na banqueta
Pegou a caneta
Escreveu no bloquinho
Fez uma mensagem
Para o seu pai:
Felicidades, cada vez mais!
Saiu do quarto
Todo apressado,
Topou na cadeira
E caiu sentado.
Chegou o seu
Muito assustado,
Ganhou um abraço
Bem apertado.
Pa-pa-pa-pai-pa-pai
Pa-pa-pa-pai-pa-pai
SUGESTÃO DE LEMBRANCINHAS E ATIVIDADES
1) PARA o PAPAI PRESENTE NÃO CUSTA DINHEIRO
VALES - Preparar cartõezinhos de vale que a criança poderá preencher e entregar ao seu pai, cumprindo a tarefa prometida.
OUTROS EXEMPLOS:
Fazer pequenas compras e dar recados;
lavar o carro
varrer o quintal , etc
2) ÀLBUM DO PAPAI
Sugestão para ser desenvolvida no maternal.
Material necessário:
5 folhas de papel ofício
papel cartão vermelho
tinta guache
batom
pedaços de papel colorido
Desenvolvimento:
álbum será feito no formato de coração ; assim, junte as folhas de papel ofício e recorte um grande e belo coração. Para a capa, dobre o papel cartão e recorte fazendo dois corações, do mesmo tamanho dos feitos anteriormente no papel ofício.
Na capa escreveremos “Álbum do Papai”;
na primeira folha o texto em anexo;
na segunda folha a criança colocará o carimbo das mãozinhas com a frase “Minhas mãozinhas... para te fazer aquele carinho”
na terceira folha o carimbo dos pézinhos com a inscrição “Meus pézinhos... para seguir seus passos”;
na quarta folha dará muitos beijinhos usando batom e a frase “Minha boquinha... para te dar mil beijinhos”;
na quinta e última folha a criança fará colagem de bolinhas de papel colorido nos desenhos de flores onde será escrito “Lindas flores para perfumar sua vida”.
Álbum do Papai
-Para o dia do Papai
Fiz um lindo trabalhinho
Não é igual ao da loja,
Mas ficou tão bonitinho!
- Não fiz um rico presente
Uma jóia ou perfeição
Mas nele só trabalharam
Os dedos da minha mão.
- Por isso o Papai que gosta
Tanto, tanto do meu jeito,
Dirá: que coisas bonitas!
E que trabalho bem feito!
FALANDO DE PAI... ENTREVISTA COM O PAPAI
Sugestão de Jael Duarte e Lúcia Assis
Falando de pai...
Quando meu pai era bebê...
... com quem ele era parecido?
________________________________________________________________
... tinha alguma mania, assim que nem esfregar a pontinha do cobertor na orelha? Qual?
________________________________________________________________
Meu pai foi crescendo e...
... gostando muito de brincar
________________________________________________________________
... foi para a escola.
Como ele era na escola?
________________________________________________________________
... teve muitas namoradas antes de conhecer mamãe?
________________________________________________________________
PEÇA DE MUSEU DO MEU PAI:
Nome do meu “Paipai”: _________________________________________
Objeto de estimação: ___________________________________________
Significado: ___________________________________________________
TEXTOS PARA REFLEXÃO
Antes que eles cresçam
Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos. É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular, entre os estupros dos preços, os disparos dos dicursos e os assaltos das estações. Crescem com uma estridência alegre e às vezes, com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem de repente. Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade, que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha, que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica, desobediência civil. E você agora está ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos.
Entre hamburguers e refrigerantes lá estão nossos filhos, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros nus, ou, então, com a blusa amarrada na cintura. Está quente, achamos que vão estragar a blusa, mas não tem jeito, é o emblema da geração.
Pois ali estamos, com os cabelos já embranquecidos. Esses são os filhos que conseguimos gerar apesar dos golpes dos ventos, das colheitas das notícias e das ditaduras das horas. E eles crescem meio amestrados, observando muitos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Não mais os colhemos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, do inglês, da natação e do judô. Saíram do banco de trás e passaram para o volante das próprias vidas.
Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer, para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância e os adolescentes cobertos, naquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores. Não, não os levamos suficientes vezes ao maldito Play Center, Shopping, não lhes demos suficientes hamburguers e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhos. Sim, havia as brigas dentro do carro, disputa pela janela, pedido de chicletes e sanduíches, cantorias infantis. Depois chegou a idade em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível largar a turma e os primeiros namorados. Os pais ficaram, então, exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, não de repente, morriam de saudades daquelas pestes.
O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar nosso afeto.
Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.
(Affonso Romano de Sant’anna)
Os filhos precisam de um pai
(Texto adaptado da revista Em Marcha/ 2tri/1971)
TODOS reconhecem que a criança que perde o seu pai durante os primeiros anos de vida enfrenta maiores dificuldades no seu desenvolvimento. Toda criança precisa do amor, da compreensão e do exemplo de um pai. Sua presença é fundamental.
Certo pai, depois de um dia árduo de trabalho, sentado numa cadeira de balanço em casa, lia o seu jornal. Seu filhinho veio para perto e ficou ao seu lado. O pai, notando a presença do filho, ficou logo irritado e mandou que o filho saísse para brincar, que não o incomodasse. O filho saiu um pouco, mas logo voltou. Novamente o pai, incomodado, perguntou, “Mas meu filho, o que você quer?” O menino respondeu, “Não quero nada não, papai; só queria ficar aqui perto do senhor!”.
Quantas vezes os filhos sentem a ausência do pai, pois ele passa a maior parte do tempo fora do lar; e quando volta para casa não tem tempo para dedicar aos filhos. Não pensa em brincar com eles, em ler-lhes uma estória, em perguntar-lhes de suas atividades durante o dia, ou fazer-lhes algum brinquedo. É importante investir tempo nos nossos filhos. Quando vier um feriado, porque não levá-los num piquenique ou passeio interessante?
Quando os filhos forem mais velhos, surgirão muitos assuntos sobre os quais o pai precisará conversar francamente com eles e mostrar-se interessado. Não simplesmente no sentido de orientá-los ou de lhes ditar normas de conduta, mas num diálogo franco e sincero, num esforço de estar sempre ao lado deles, compreendendo-os e amando-os. Sim, os filhos de qualquer idade precisam de um pai, e de um pai compreensivo e cristão.
Acima de tudo, os filhos tomam o seu pai como exemplo, de modo que suas ações falam sempre mais alto do que suas palavras. Durante a meninice e adolescência os filhos têm o seu pai como o maior dos heróis, e se esforçam ao máximo para imitá-lo em tudo. Mesmo mais tarde quando o filho discorda, talvez de muito que o pai lhe diz, existe uma tendência inconsciente de imitá-lo. O ditado popular diz acertadamente, “Tal pai, tal filho”.
Não adianta um pai tentar convencer o seu filho a não fumar ou não beber, usando dos melhores argumentos e provas científicas dos prejuízos que trazem para a saúde e o caráter da pessoa que fuma ou bebe - não adianta tais argumentos se o pai mesmo tem o costume de fumar ou beber. É bem provável que o filho também se torne um fumante e beba. A maior responsabilidade do pai é o seu próprio exemplo.
Você já observou alguma vez uma criança seguindo atrás do pai numa praia? Ela tenta por os pézinhos nas mesmas pegadas deixadas na areia pelo pai. É uma parábola da vida, e da grande responsabilidade que pertence a todo pai.
NUMA PESQUISA FEITA entre pai e filhos, e apresentada pela “Folha de São Paulo”, os oito elementos abaixo foram considerados os mais importantes na determinação de um pai 100% simpático aos seus filhos:
Dedicar aos filhos o mínimo de meio dia por semana. Neste período, que deve ser todo deles, fazer com eles um programa que seja do seu agrado: passeios, excursões, futebol, cinema, etc.
Conversar com o filho/a “de igual para igual”; considerar as suas opiniões e o/a corrigir sem perder a paciência; procurar sempre convencê-lo(la) e não lhe impor as coisas, mesmo que as julgue justas.
Apreciar os trabalhinhos dos filhos tanto da escola como em casa, enfatizando a importância de sua contribuição para que seu lar seja organizado e aconchegante.
Não fazer as lições para os filhos, mas auxiliá-los no que for preciso, fazendo-os perceber que você se importa e se orgulha com o seu crescimento e progresso. Estimulá-los sempre para o seu franco desenvolvimento.
Deixar-se ajudar pelos filhos nos pequenos trabalhos manuais que se executam no lar (mesmo que não tenham muita prática) pois agrada sobremaneira aos pequenos ajudar a seu pai; sentem-se importantes com isto.
Procurar estar sempre bem informado; entender de esporte, de música popular, dos avanços da ciência, etc. Estar a par dos últimos acontecimentos do mundo para poder discuti-los com os filhos; conhecer e fazer amizade com cada um dos amigos dos filhos que freqüentam sua casa.
Não aparentar ser um super-homem aos olhos dos filhos e quando ouvir uma pergunta para a qual não tenha resposta, ter a hombridade de o reconhecer francamente.
Não procurar realizar nos filhos suas ambições frustadas, pretendendo que se tornem naquilo que não conseguiu ser.
SE PARECE UM pouco difícil ser um pai simpático, de qualquer forma vale a pena tentar. Terá como compensação o orgulho de ouvir algum dia, numa roda de amigos, um dos seus filhos dizer:
-O meu pai é um companheirão!
ESTE FOI RETIRADO DE UM BLOG DA IGREJA METODISTA, VALE A PENA FAZER!!!!
INVESTIR NAS CRIANÇAS...É PENSAR NO FUTURO!!!
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
ESQUETE INFANTIL
ESTA É UMA ESQUETE QUE DÁ PRA SER FEITA COM OS PEQUENINOS , ATÉ POR QUE SERÁ COMPARADO O TAMANHO DAS COISAS COM AS CRIANÇAS.
TENTE FAZER SERÁ UMA BENÇÃO!!!
PRECISA DE TRÊS CRIANÇAS, UM PALETÓ,UM CINTO, UM SAPATO DOS PAIS PRA FICAR MAIS ENGRAÇADO!!!
1ª Criança - O paletó do papai é grande!
O amor do papai por mim,
Também é grande assim.
2ª Criança - O cinto do papai dá duas voltas em mim.
Comprida desse jeito,
É a paciência do papai comigo.
3ª Criança - Os sapatos do papai são largos e fortes.
Forte assim, é o apoio que o papai me dá
E larga a sua proteção.
TENTE FAZER SERÁ UMA BENÇÃO!!!
PRECISA DE TRÊS CRIANÇAS, UM PALETÓ,UM CINTO, UM SAPATO DOS PAIS PRA FICAR MAIS ENGRAÇADO!!!
1ª Criança - O paletó do papai é grande!
O amor do papai por mim,
Também é grande assim.
2ª Criança - O cinto do papai dá duas voltas em mim.
Comprida desse jeito,
É a paciência do papai comigo.
3ª Criança - Os sapatos do papai são largos e fortes.
Forte assim, é o apoio que o papai me dá
E larga a sua proteção.
PAIS DA BIBLIA
ABRAÃO
SOU ABRAÃO RECEBI DE DEUS A PROMESSA DE QUE SERIA O PAI DE UMA GRANDE NAÇÃO.
MINHA IDADE JÁ ERA AVANÇADA QUANDO NASCEU MEU FILHO ISAQUE. FOI ENTÃO QUE VI O CUMPRIMENTO DA PROFECIA QUE O SENHOR FIZERA .
POIS ASSIM DISSE DEUS: “EU O ESCOLHI PARA QUE ORDENE A SEUS FILHOS E A SUA CASA DEPOIS DELES, A FIM DE QUE GUARDEM O CAMINHO DO SENHOR, E PRATIQUEM A JUSTIÇA E O JUÍZO.
TEMOS COMO LIÇÃO DE VIDA DE ABRÃAO O ENSINAR
CARTAZ ENSINAR –
A BÍBLIA DIZ EM PROVÉRBIOS 22: “ENSINA O MENINO NO CAMINHO EM QUE DEVE ANDAR, E ATÉ QUANDO ENVELHECER NÃO SE DESVIARÁ DELE”
PAPAIS ENSINEM A SEUS FILHOS SOBRE A SALVAÇÃO, SOBRE AS COISAS ESPIRITUAIS, O CAMINHO DO SENHOR JESUS, NÃO SOMENTE COM PALAVRAS, MAS TAMBÉM , E SOBRETUDO, COM O EXEMPLO.
SACERDOTE ELI
SOU O SACERDOTE ELI, TIVE FILHOS QUE FIZERAM COISAS ERRADAS E EU NÃO OS DISCIPLINEI.
POR ISSO DEUS FALOU ATRAVÉS DO PROFETA SAMUEL DIZENDO:
“PORQUE JÁ LHE DISSE QUE JULGAREI A SUA CASA PARA SEMPRE, PELA INIQUIDADE QUE BEM CONHECES, POIS OS SEUS FILHOS SE FIZERAM INDIGNOS DE MIM, E TU NÃO OS REPREENDESTES.”
CARTAZ – DISCIPLINAR
ESTA É UMA DAS TAREFAS MAIS DIFICEÍS PARA OS PAIS. O PAI NÃO TERÁ VITÓRIA NA SUA MISSÃO SE NÃO DISCIPLINAR SEUS FILHOS. MUITAS CRIANÇAS TÊM SUAS VIDAS DESTRUÍDAS PELA FALTA DE DISCIPLINA. PODEM FAZER O QUE QUEREM SEM SEREM REPREENDIDAS. O CONSELHO BÍBILICO ENCONTRA-SE EM PROVÉRBIOS 13 , E DIZ “O QUE RETEM A DISCIPLINA ABORRECE A SEU FILHO, MAS O QUE O AMA CEDO O CORRIGE”
MANOÁ
SOU MANOÁ , O PAI DE SANSÃO, NÃO SABIA COMO CRIAR O MENINO QUE HAVERIA DE NASCER, POR ISSO, OREI AO SENHOR PEDINDO QUE ME ENSINASSE. E DISSE: “AH! SENHOR MEU., ROGO-TE QUE O HOMEM DE DEUS QUE ME ENVIASTE, VENHA OUTRA VEZ E NOS ENSINE O QUE DEVEMOS FAZER AO MENINO QUE HÁ DE NASCER”
CARTAZ – CRIAR
O GRANDE DEVER DOS PAIS É CRIAR BEM AOS SEUS FILHOS.. A BÍBLIA DIZ EM EFÉSIOS CAPITULO 6 E VERSÍCULO 4: “OS FILHOS DEVEM SER CRIADOS NA DISCIPLINA E NA OBSERVÂNCIA DO SENHOR”. PARA CUMPRIR ESTA TAREFA COM ÊXITO É NECESSÁRIO MUITA SABEDORIA. E OS PAIS DEVEM PEDI-LA AO SENHOR, PORQUE ELE A DARÁ.
OFICIAL DO REI –
A BÍBLIA FALA DE MIM, SOU UM OFICIAL DO REI E TENHO MUITOS SOLDADOS SOB AS MINHAS ORDENS. MAS, QUANDO MEU FILHO ESTAVA DOENTE, NÃO TINHA MEIOS E NEM PODER PARA CURÁ-LO. FUI ENTÃO ATÉ JESUS E ROGUEI, DIZENDO: SENHOR DESCE ANTES QUE MEU FILHO MORRA” . E JESUS ME RESPONDEU: VAI, O TEU FILHO VIVE. E EU CRI NA PALAVRA QUE JESUS DISSERA, E PARTI.
QUANDO JÁ IA DESCENDO, SAÍRAM OS MEUS SERVOS AO MEU ENCONTRO, E DISSERAM QUE O MEU FILHO VIVIA.
ENTÀO PERGUNTEI-LHES, A QUE HORA COMEÇARA A MELHORAR; E DISSERAM: ONTEM À HORA SÉTIMA A FEBRE O DEIXOU.
ENTÃO RECONHECI O MILAGRE, POIS, FOI NAQUELA MESMA HORA QUE JESUS ME DISSERA: O TEU FILHO VIVE; ENTÃO EU E TODA A MINHA CASA GLORIFICAMOS AO DEUS ALTÍSSIMO..
CARTAZ - ORAR
O PAI CRENTE CONHECE A ÚNICA PESSOA QUE PODE RESOLVER O PROBLEMA DE SEUS FILHOS. POR ISSO DEVE ORAR POR ELES SABENDO QUE SÓMENTE O SENHOR JESUS PODE RESOLVER SEUS PROBLEMAS. E ISSO INCLUI: PECADO, DOENÇAS, DROGAS, MAU RELACIONAMENTO FAMILIAR, MÁS COMPANHIAS E OUTROS MALES.
ORE, SEM CESSAR, COM E POR SEUS FILHOS.
REI DAVI
SOU O REI DAVI TIVE UM GRANDE AMOR PELOS SEUS FILHOS, MAS ERREI EM RELAÇÃO A ABSALÃO. DESDE O SEU NASCIMENTO O AMEI, SEU NOME SIGNIFICAVA O PAI DA PAZ, TINHA A ESPERANÇA DE MUITAS REALIZAÇÕES NA VIDA DAQUELA CRIANÇA, MAS ESTIVE POR DEMAIS AUSENTE , OCUPADO EM GANHAR DIVERSAS GUERRAS E NÃO CONSEGUI COMPARTILHAR DA VIDA DE MEUS FILHOS.
ABSALÃO TINHA TUDO QUE PRECISAVA, É CERTO, MAS TALVEZ O QUE ELE MAIS QUISSESSE ERA UM POUCO DA COMPANHIA DE SEU PAI, COM CERTEZA, NÃO QUERIA O REI, ELE QUERIA SEU PAI.
QUANDO PERCEBI EU JÁ HAVIA PERDIDO MEU FILHO, FOI DIFICIL E DOLORIDO VER QUE ABSALÃO SE AFASTOU E NÃO HAVIA COMUNHÃO DE PAI E FILHO.
DEPOIS DE TANTOS DESENCONTROS POR FIM ABSALÃO PLANEJOU ROUBAR O MEU TRONO. A NAÇÃO DE ISRAEL CORRIA SÉRIOS RISCOS, E SENDO O REI TIVE QUE ORDENAR AOS SOLDADOS QUE RESGUARDASSEM A PAZ DA NAÇÃO, MAS IMPLOREI DIZENDO:
“FAZEI QUALQUER COISA, MAS NÃO TOCAI NO MOÇO ABSALÃO. POUPAI O JOVEM”.
POR FIM A GUERRA É FINDA, OS MENSAGEIROS TRAZEM A NOTÍCIA. E ENTÃO NUM SUSSURRO PERGUNTA: COMO PASSA O JOVEM ABSALÃO?
E A TRÁGICA RESPOSTA RESSOA: ELE FOI FERIDO E ESTÁ MORTO. AH ABSALÃO, ABSALÃO, MEU FILHO, ABSALÃO, ESTA MORTO.
CARTAZ – AMAR E PEDOAR
PODE-SE PERCEBER NESSE EPISÓDIO O DESESPERO DO REI DAVI. ELE JAMAIS DESEJARIA QUE AS COISAS TIVESSEM TOMADO ESSE RUMO, SEUS SONHOS SE DESMORONARAM, SEM MAIS NENHUMA ESPERANÇA DE RECONSTRUÇÃO.
ÀS VEZES, SE PERDE MUITO TEMPO PARA PERCEBER QUE É PRECISO DIZER:‘MEU FILHO, MINHA FILHA EU ESTOU AQUI, EU TE AMO, SE VOCÊ FOI EMBORA, VOLTE PARA CASA. SE VOCÊ SE PERDEU EU QUERO TE AJUDAR A SE REENCONTRAR, QUERO PERDOÁ-LO, QUERO AMÁ-LO E QUERO TAMBÉM LHE PEDIR PERDÃO.
QUERO DEDICAR MAIS TEMPO AO SEU CRESCIMENTO, QUERO COMPARTILHAR DE SUA VIDA, QUERO TE MOSTRAR O CAMINHO DA SALVAÇÃO. QUERO SER SEU AMIGO E CONTIGO CAMINHAR, MAS ACIMA DE TUDO SAIBA, SOU TEU PAI!
ABRAÃO
SOU ABRAÃO RECEBI DE DEUS A PROMESSA DE QUE SERIA O PAI DE UMA GRANDE NAÇÃO.
MINHA IDADE JÁ ERA AVANÇADA QUANDO NASCEU MEU FILHO ISAQUE. FOI ENTÃO QUE VI O CUMPRIMENTO DA PROFECIA QUE O SENHOR FIZERA .
POIS ASSIM DISSE DEUS: “EU O ESCOLHI PARA QUE ORDENE A SEUS FILHOS E A SUA CASA DEPOIS DELES, A FIM DE QUE GUARDEM O CAMINHO DO SENHOR, E PRATIQUEM A JUSTIÇA E O JUÍZO.
TEMOS COMO LIÇÃO DE VIDA DE ABRÃAO O ENSINAR
CARTAZ ENSINAR –
A BÍBLIA DIZ EM PROVÉRBIOS 22: “ENSINA O MENINO NO CAMINHO EM QUE DEVE ANDAR, E ATÉ QUANDO ENVELHECER NÃO SE DESVIARÁ DELE”
PAPAIS ENSINEM A SEUS FILHOS SOBRE A SALVAÇÃO, SOBRE AS COISAS ESPIRITUAIS, O CAMINHO DO SENHOR JESUS, NÃO SOMENTE COM PALAVRAS, MAS TAMBÉM , E SOBRETUDO, COM O EXEMPLO.
SACERDOTE ELI
SOU O SACERDOTE ELI, TIVE FILHOS QUE FIZERAM COISAS ERRADAS E EU NÃO OS DISCIPLINEI.
POR ISSO DEUS FALOU ATRAVÉS DO PROFETA SAMUEL DIZENDO:
“PORQUE JÁ LHE DISSE QUE JULGAREI A SUA CASA PARA SEMPRE, PELA INIQUIDADE QUE BEM CONHECES, POIS OS SEUS FILHOS SE FIZERAM INDIGNOS DE MIM, E TU NÃO OS REPREENDESTES.”
CARTAZ – DISCIPLINAR
ESTA É UMA DAS TAREFAS MAIS DIFICEÍS PARA OS PAIS. O PAI NÃO TERÁ VITÓRIA NA SUA MISSÃO SE NÃO DISCIPLINAR SEUS FILHOS. MUITAS CRIANÇAS TÊM SUAS VIDAS DESTRUÍDAS PELA FALTA DE DISCIPLINA. PODEM FAZER O QUE QUEREM SEM SEREM REPREENDIDAS. O CONSELHO BÍBILICO ENCONTRA-SE EM PROVÉRBIOS 13 , E DIZ “O QUE RETEM A DISCIPLINA ABORRECE A SEU FILHO, MAS O QUE O AMA CEDO O CORRIGE”
MANOÁ
SOU MANOÁ , O PAI DE SANSÃO, NÃO SABIA COMO CRIAR O MENINO QUE HAVERIA DE NASCER, POR ISSO, OREI AO SENHOR PEDINDO QUE ME ENSINASSE. E DISSE: “AH! SENHOR MEU., ROGO-TE QUE O HOMEM DE DEUS QUE ME ENVIASTE, VENHA OUTRA VEZ E NOS ENSINE O QUE DEVEMOS FAZER AO MENINO QUE HÁ DE NASCER”
CARTAZ – CRIAR
O GRANDE DEVER DOS PAIS É CRIAR BEM AOS SEUS FILHOS.. A BÍBLIA DIZ EM EFÉSIOS CAPITULO 6 E VERSÍCULO 4: “OS FILHOS DEVEM SER CRIADOS NA DISCIPLINA E NA OBSERVÂNCIA DO SENHOR”. PARA CUMPRIR ESTA TAREFA COM ÊXITO É NECESSÁRIO MUITA SABEDORIA. E OS PAIS DEVEM PEDI-LA AO SENHOR, PORQUE ELE A DARÁ.
OFICIAL DO REI –
A BÍBLIA FALA DE MIM, SOU UM OFICIAL DO REI E TENHO MUITOS SOLDADOS SOB AS MINHAS ORDENS. MAS, QUANDO MEU FILHO ESTAVA DOENTE, NÃO TINHA MEIOS E NEM PODER PARA CURÁ-LO. FUI ENTÃO ATÉ JESUS E ROGUEI, DIZENDO: SENHOR DESCE ANTES QUE MEU FILHO MORRA” . E JESUS ME RESPONDEU: VAI, O TEU FILHO VIVE. E EU CRI NA PALAVRA QUE JESUS DISSERA, E PARTI.
QUANDO JÁ IA DESCENDO, SAÍRAM OS MEUS SERVOS AO MEU ENCONTRO, E DISSERAM QUE O MEU FILHO VIVIA.
ENTÀO PERGUNTEI-LHES, A QUE HORA COMEÇARA A MELHORAR; E DISSERAM: ONTEM À HORA SÉTIMA A FEBRE O DEIXOU.
ENTÃO RECONHECI O MILAGRE, POIS, FOI NAQUELA MESMA HORA QUE JESUS ME DISSERA: O TEU FILHO VIVE; ENTÃO EU E TODA A MINHA CASA GLORIFICAMOS AO DEUS ALTÍSSIMO..
CARTAZ - ORAR
O PAI CRENTE CONHECE A ÚNICA PESSOA QUE PODE RESOLVER O PROBLEMA DE SEUS FILHOS. POR ISSO DEVE ORAR POR ELES SABENDO QUE SÓMENTE O SENHOR JESUS PODE RESOLVER SEUS PROBLEMAS. E ISSO INCLUI: PECADO, DOENÇAS, DROGAS, MAU RELACIONAMENTO FAMILIAR, MÁS COMPANHIAS E OUTROS MALES.
ORE, SEM CESSAR, COM E POR SEUS FILHOS.
REI DAVI
SOU O REI DAVI TIVE UM GRANDE AMOR PELOS SEUS FILHOS, MAS ERREI EM RELAÇÃO A ABSALÃO. DESDE O SEU NASCIMENTO O AMEI, SEU NOME SIGNIFICAVA O PAI DA PAZ, TINHA A ESPERANÇA DE MUITAS REALIZAÇÕES NA VIDA DAQUELA CRIANÇA, MAS ESTIVE POR DEMAIS AUSENTE , OCUPADO EM GANHAR DIVERSAS GUERRAS E NÃO CONSEGUI COMPARTILHAR DA VIDA DE MEUS FILHOS.
ABSALÃO TINHA TUDO QUE PRECISAVA, É CERTO, MAS TALVEZ O QUE ELE MAIS QUISSESSE ERA UM POUCO DA COMPANHIA DE SEU PAI, COM CERTEZA, NÃO QUERIA O REI, ELE QUERIA SEU PAI.
QUANDO PERCEBI EU JÁ HAVIA PERDIDO MEU FILHO, FOI DIFICIL E DOLORIDO VER QUE ABSALÃO SE AFASTOU E NÃO HAVIA COMUNHÃO DE PAI E FILHO.
DEPOIS DE TANTOS DESENCONTROS POR FIM ABSALÃO PLANEJOU ROUBAR O MEU TRONO. A NAÇÃO DE ISRAEL CORRIA SÉRIOS RISCOS, E SENDO O REI TIVE QUE ORDENAR AOS SOLDADOS QUE RESGUARDASSEM A PAZ DA NAÇÃO, MAS IMPLOREI DIZENDO:
“FAZEI QUALQUER COISA, MAS NÃO TOCAI NO MOÇO ABSALÃO. POUPAI O JOVEM”.
POR FIM A GUERRA É FINDA, OS MENSAGEIROS TRAZEM A NOTÍCIA. E ENTÃO NUM SUSSURRO PERGUNTA: COMO PASSA O JOVEM ABSALÃO?
E A TRÁGICA RESPOSTA RESSOA: ELE FOI FERIDO E ESTÁ MORTO. AH ABSALÃO, ABSALÃO, MEU FILHO, ABSALÃO, ESTA MORTO.
CARTAZ – AMAR E PEDOAR
PODE-SE PERCEBER NESSE EPISÓDIO O DESESPERO DO REI DAVI. ELE JAMAIS DESEJARIA QUE AS COISAS TIVESSEM TOMADO ESSE RUMO, SEUS SONHOS SE DESMORONARAM, SEM MAIS NENHUMA ESPERANÇA DE RECONSTRUÇÃO.
ÀS VEZES, SE PERDE MUITO TEMPO PARA PERCEBER QUE É PRECISO DIZER:‘MEU FILHO, MINHA FILHA EU ESTOU AQUI, EU TE AMO, SE VOCÊ FOI EMBORA, VOLTE PARA CASA. SE VOCÊ SE PERDEU EU QUERO TE AJUDAR A SE REENCONTRAR, QUERO PERDOÁ-LO, QUERO AMÁ-LO E QUERO TAMBÉM LHE PEDIR PERDÃO.
QUERO DEDICAR MAIS TEMPO AO SEU CRESCIMENTO, QUERO COMPARTILHAR DE SUA VIDA, QUERO TE MOSTRAR O CAMINHO DA SALVAÇÃO. QUERO SER SEU AMIGO E CONTIGO CAMINHAR, MAS ACIMA DE TUDO SAIBA, SOU TEU PAI!
sexta-feira, 23 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
O PALHAÇO CHICOTE E A BONECA CICUTA
representamos esta peça na e.b.f. da minha igreja...foi demais ...as crianças riram muito e participaram muito tbm!!!!
O Palhaço chicote entra em cena, lambendo a sua gravata. A boneca Xicuta só está com seus pezinhos em cena. Ela tem uma cordinha pendurada em suas costas.
Chicote – Ai, ai. Como é bom ter uma gravata de algodão doce só para mim. Só eu tenho uma gravata de algodão doce. E vocês sabem o meu nome, meus amiguinhos. Vocês sabem quem sou eu? O meu nome é Chiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... Xi! Esqueci meu nome. Ah, lembrei. O meu nome é Chiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiicote! Pois é, Chicote. Sou um palhaço que faço, que faço, que faço, que faço e aconteço. Mas posso levar uma bronca quando sei, quando sei, quando sei que mereço. E eu estou procurando a minha amiguinha que está perdida por aí. Eu não sei onde eu a deixei (expressão de choro). Hmmmm! Olha o meu biquinho de tristeza. Estão vendo só? Isso é o que acontece quando a gente deixa as coisas todas espalhadas por aí. Meus amiguinhos, eu vou pedir uma ajuda a vocês. Vocês são crianças, e crianças muitas vezes veem melhor as coisas. Os adultos veem maldade em tudo! Criança não! Criança é pura. Então, com o seu olhar, vocês podem me ajudar a procurar? É, a procurar a Xicuta. Ah, Xicuta é minha bonequinha. Eu ganhei ela ontem da minha mãe, e não sei onde eu deixei. Vocês estão aí de fora, e quem vê de fora, vê melhor. Vamos, me ajudem. Quando eu for chegando perto vocês dizem que “tá quente”, quando eu estiver longe, vocês dizem que “tá frio”. Está combinado assim? Então vamos lá!
O público infantil vai orientando o Palhaço Chicote na procura da boneca. Ele simula que está com dificuldade de achar até que encontra.
Chicote – Ahá! Achei minha amiguinha. Com Deus o Chicote pode tudo! Com Deus o Chicote pode tudo! Estão vendo só! Achei a Xicuta. É Xicuta é o nome dela. Vocês querem ver? Ela vai falar o nome dela. Mas antes, nós temos que cantar uma musiquinha para ela poder brincar com a gente. É assim: “finge que é gente, pra a gente brincar! Finge que é gente pra gente brincar!”
A boneca Xicuta vai fazendo uma performance dançante até que se levanta.
Xicuta – Oi amiguinhos! O meu nome é Cicuta.
O Palhaço Chicote faz cara de espanto.
Chicote – Cicuta? Cicuta não. O seu nome é Xicuta.Xicuta – (a chicote) E o seu é Cicote. Chicote – Não, o meu nome não é Cicote. É Chiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.... (ficando sem ar e, logo depois, respira). ...cote. Chiiiiiiicote. Xicuta – Calma, Cicote. Assim você vai morrer com falta de ar.Chicote – Eu vou morrer é de raiva por ouvir você falar o meu nome e o seu nome errado. O meu nome é Chiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii....cote e o seu nome é Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...cuta. Xicuta, entendeu? E quer saber? Acho que você veio da loja com defeito.Xicuta – (expressão de choramingo) Defeito só porque eu tenho a língua presa?Chicote – Não é só por isso! É que na televisão você fala o nome das pessoas direito e o seu nome também direito.Xicuta – Ah, mas eu falo o nome das crianças que estão nos assistindo direitinho, quer ver. Olha só, aquele ali é Macarrão. Macarrão Cunha Azevedo. E aquela ali é a Cenoura. Cenoura da Silva Silveira. E aquela ali se chama...Chicote – (interrompendo) Chega, Xicuta. Não adianta! Não adianta que eu vou te levar para trocar por outra lá na loja. Vem cá!
Chicote agarra Xicuta que resiste.
Xicuta – Não! Por favor, Cicote!Chicote – O meu nome é Chicote!Xicuta – Por favor. Eu não quero voltar para aquela fábrica. Lá tem homens maus que me fabricaram. Não me deixe voltar para lá!Chicote – Maus? Como assim “maus”, Xicuta?Xicuta – (chorando) Sabe o que é? Eu vou contar para você. Antes de eles fabricarem as bonecas Cicuta...Chicote – Xicuta.Xicuta – Ah, você sabe. Pois é, quando eles estão fabricando a gente, eles falam umas coisas estranhas. Chicote – Como assim “coisas estranhas?”Xicuta – É, eles falam que não importa que as crianças vão ficar tristes, não importa que as crianças vão ficar sem sono, não importa que as crianças vão ficar sem estudar. Só o que importa é vender, vender e vender as bonecas.Chicote – Ah, mas não é possível. Eles parecem tão bonzinhos no comercial da Televisão. Quer saber, Xicuta? Acho que você está é mentindo, e fique sabendo você que mentir é muito feio. E por isso eu vou trocar você por outra sim.Xicuta – Não! Por favor. Olha imagine se a outra também estiver com esse defeito? Aí, você vai ficar indo e voltando, indo e voltando, indo e voltando para a loja. Eles vão fazer você de palhaço.Chicote – É mesmo. Então vamos pensar.
Chicote e Xicuta andam para lá e para cá.
Chicote – Peraí, Xicuta. Eu já sou um palhaço.Xicuta – Eu quis dizer bobo. Bobo!Chicote – Ah bom...Chicote e Xicuta andam para cá e para lá.Chicote – Ei, Xicuta. Então você está me dizendo que palhaço é mesma coisa que bobo?Xicuta – Ai, ai, ai. Parece mesmo, pois você fica com essa bobeira e não pensa numa ideia para me consertar, Cicote.Chicote – O meu nome é Chicote.Xicuta – Ah, você entendeu. E quer saber. Vai ver que você não gostou de mim desde início. Só pediu para sua mamãe me comprar porque todos seus amiguinhos têm uma boneca igual a mim. Chicote – E se isso for verdade, hein, Xicuta?Xicuta – Ah, então quer dizer que se os seus amiguinhos se jogarem no meio da rua para serem atropelados pelos carros você faz isso também. Hein, hein, hein, Cicote?Chicote – (vociferando) O meu nome é...
Xicuta se encurva, com as duas mãos escondendo rosto, demonstrando medo. Chicote percebe e modifica sua expressão.
Chicote – Está bem... Eu vou aguentar você falar meu nome errado, mas só enquanto a gente não conserta você.Xicuta – A gente?Chicote – É. EU vou te consertar e VOCÊ vai se consertar também! Não é só os outros que têm que nos concertar. Nós também temos que nos concertar. Já até tive uma ideia para isso.Xicuta – Que bom! E qual seria essa ideia?Chicote – Ora, a gente te desmontar.Xicuta – (gagueja assustada) M-me desmontar? Mas vai doer muito.Chicote – Xicuta, nem tudo que é bom para a gente é sem dor. Pelo contrário, as coisas que não são tão agradáveis muitas vezes são melhores para a gente. Por exemplo, as injeções que os médicos dão na gente são boas. As palmadinhas que os papais e as mamães dão na gente são boas para a gente não ter que apanhar da polícia na rua, e por aí vai. E para a gente mudar de um erro para um acerto, é bom deixar alguém nos desmontar e montar de novo, como por exemplo, Deus, que faz assim com os homens.Xicuta – Deus faz assim como os homens?Chicote – Sim, mas só os homens se deixam ser desmontados para serem montados de novo.Xicuta – Que legal. Então quero ser um brinquedo obediente também. Vai, me desmonta e monta logo.Chicote – Deixa comigo. Deixa eu começar examinando as suas costas. Deixe-me ver. Lalalálálálalalálá.Xicuta – Ô Cicote? Você tem experiência nesse desmonte de brinquedos mesmo?Chicote – (examinando as costas de Xicuta) Claro!Xicuta – Vê lá, hein, Cicote, porque é muito perigoso alguém que não sabe desmontar brinquedos desmontar uma bonequinha frágil como eu.Chicote – (examinando as costas da Xicuta) Ora, não se preocupe, Xicuta. Um dia eu desmontei um radinho de brinquedo e ele ficou melhor ainda.Xicuta – Como assim “melhor ainda”?Chicote – (examinando as costas da Xicuta) Ele virou um telefone de brinquedo. (pausa) Caramba! Olha o que eu achei nas suas costas? Uma cruz de cabeça para baixo. E por isso que quando eu te abraçava eu ficava todo cheio de dor e não sabia o que era. Vou jogar essa cruz de cabeça para baixo fora, sabe.Xicuta – Mas será que isso é o motivo de eu falar errado.Chicote – Calma, Xicuta. Vou continuar examinando você. Talvez esse não seja o único defeito.Xicuta – Você está me chamando de toda errada, é?Chicote – Calma, Xicuta. Vai ficar tudo bem. Vamos examinar agora a sua barriguinha. Ela é tão cheinha. Vamos ver de que ela está cheinha.Xicuta – Olha só, eu não como nenhuma porcaria.
Chicote vai tirando muitos doces da barriga da Xicuta e jogando para a plateia
Chicote – (perplexo) Não come nenhuma porcaria, Xicuta? Não come nenhuma porcaria? Xicuta, eu não encontrei sequer uma frutinha na sua barriga. Só doces. Você pode comer doce sim. Por exemplo, olha só a minha gravata. Eu sou o único palhaço do mundo que tem uma gravata feita todinha de algodão doce. Só que eu não fico lambendo a gravata toda hora. Você percebeu?Xicuta – Você tem razão, Cicote.Chicote – E você está muito gulosa para uma boneca tão pequenininha.Xicuta – Eu não sou pequenininha, sou Cicuta! Cicuta!Chicote – E eu não sou Cicote. Sou CHHHHHHHHHHHHHHHHHicote!Xicuta – Mas é porque...Chicote – Está bem, está bem! Eu percebi que você ainda está com esse defeito de falar o seu nome errado e o nome das pessoas errado também. Mas me desculpe. Eu não resisti. Bom, e qual será esse problema que faz com que você fale o seu nome e o nome dos outros errado? Qual será?Xicuta – Para a falar a verdade, eu não sei?Chicote – O que tinha de errado na sua barriguinha (dá uma examinada rápida na barriga de Xicuta) eu consertei. E com as suas costas (coloca, sem as crianças perceberem, um cartaz adesivo com o seguinte dizer: “PUXE A CORDA”, dando a entender para as crianças que estava de fato examinando-a) agora também está tudo certinho.Xicuta – O que será?Chicote – Bom, talvez os nossos amiguinhos nos ajudem.Xicuta – É. Quem sabe eles percebem alguma coisa que não percebemos, pois as crianças são muito espertas para isso.
Chicote e Xicuta andam para lá e para cá, permitindo que as crianças percebam o que está escrito nas costas da Xicuta. Certamente elas gritarão “puxe a corda” e também perceberão numa cordinha dependurada desde o início nas costas da boneca Xicuta.
Chicote – (ao público) O quê?Xicuta – (ao público) O quê, amiguinhos? Falem mais alto!Chicote – (ao público) Não estou entendendo. O quê? Puxe a carta?Xicuta – Não, Cicote. Eu acho que é para PUXAR A CORDA. A corda, Cicote. A corda que tem nas minhas costas.Chicote – Ai... É mesmo. Que distraído que eu sou. Estão vendo como é ruim ficar desligado, amiguinhos. Nós temos que ficar o tempo todo ligado para não ser atropelado, para não ser enganado, para não ser tapeado, para não ser esbofet...Xicuta – Ai, Cicote. Está bom. Os nossos amiguinhos já entenderem que eles têm que ficar completamente ligados. Só que quem ainda não está completamente ligada sou eu. Vai, me liga logo! Vai ver que é por isso que eu ainda estou falando o meu nome e o nome dos outros de errado.Chicote – Então ta legal. Lá vai. Contem comigo, amiguinhos. 1, 2, 3 e... já.
O palhaço chicote puxa a corda da boneca Xicuta.
Xicuta – SEU PORCO! VOCÊ É UM PORCO! EU TAMBÉM SOU PORCA! AHHHHHHHHHH! VOCÊ NÃO VAI CONSEGUIR DORMIR PORQUE É LEGAL SER DA NOITE, QUE NEM VAMPIRO! AHHHHHHHHHH! O BOM MESMO É FICAR SEM TOMAR BANHO! O BOM MESMO É DESRESPEITAR O PAPAI E A MAMÃE! AHHHHHHHHHH! EU SOU A BONECA CICUTA! AHHHHHHHHHH
O Palhaço Chicote se assusta e fica bem longe, ouvindo essas frases proferidas pela boneca Xicuta assustado. Ele se aproxima da boneca e, escondido, consegue desligá-la. Enquanto isso, ela está em pé encurvada para frente, exprimindo estar desligada. O palhaço pega uma fita K7 que está no bolso da boneca cicuta, joga no chão e coloca outra fita K7 no bolso da boneca e puxa novamente a corda, dando a entender ao público que era esse o problema.
Xicuta – (despertando morosamente e falando mansamente) SEU... SEU... Cabelo está despenteado. Você deve fazer boas amizades. Você tem que obedecer aos seus pais. Você pode brincar de qualquer coisa que não te faça mal. O meu nome é Xicuta é o seu é... é...é....Suspense.Xicuta – (com um enorme sorriso) CHIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIICOTE!Todos vibram. Xicuta e Chicote se abraçam.Chicote – Viram só, amiguinhos. Vocês podem brincar de qualquer coisa que não lhe façam mal, não é, boneca XicutaXicuta – É isso aí, palhaço Chicote. Mas se, mesmo assim, alguém insistir em dar para você alguma coisa que lhe faça mal, entregue o brinquedo, a roupa ou esse objeto para um adulto inteligente e ele vai lhe devolver o brinquedo, a roupa ou o objeto sem aquilo que venha te fazer mal.Chicote – Só que SE esse brinquedo, roupa ou objeto só lhe faz mal, é melhor que ela desapareça por completo! E só assim...Xicuta e Chicote - ... VOCÊ VAI BRINCAR SEM SE PREJUDICAR!Xicuta e Chicote cantam a música final.Xicuta e Chicote – Se o mal vier habitar. Dentro dos brinquedos. É melhor escolher outra coisa pra brincar Do que viver com medo.
REFRÃO
Vamos brincar, vamos brincar, Para todo mundo se alegrar!Vamos brincar, vamos brincar,Para todo mundo se alegrar
O Palhaço chicote entra em cena, lambendo a sua gravata. A boneca Xicuta só está com seus pezinhos em cena. Ela tem uma cordinha pendurada em suas costas.
Chicote – Ai, ai. Como é bom ter uma gravata de algodão doce só para mim. Só eu tenho uma gravata de algodão doce. E vocês sabem o meu nome, meus amiguinhos. Vocês sabem quem sou eu? O meu nome é Chiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... Xi! Esqueci meu nome. Ah, lembrei. O meu nome é Chiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiicote! Pois é, Chicote. Sou um palhaço que faço, que faço, que faço, que faço e aconteço. Mas posso levar uma bronca quando sei, quando sei, quando sei que mereço. E eu estou procurando a minha amiguinha que está perdida por aí. Eu não sei onde eu a deixei (expressão de choro). Hmmmm! Olha o meu biquinho de tristeza. Estão vendo só? Isso é o que acontece quando a gente deixa as coisas todas espalhadas por aí. Meus amiguinhos, eu vou pedir uma ajuda a vocês. Vocês são crianças, e crianças muitas vezes veem melhor as coisas. Os adultos veem maldade em tudo! Criança não! Criança é pura. Então, com o seu olhar, vocês podem me ajudar a procurar? É, a procurar a Xicuta. Ah, Xicuta é minha bonequinha. Eu ganhei ela ontem da minha mãe, e não sei onde eu deixei. Vocês estão aí de fora, e quem vê de fora, vê melhor. Vamos, me ajudem. Quando eu for chegando perto vocês dizem que “tá quente”, quando eu estiver longe, vocês dizem que “tá frio”. Está combinado assim? Então vamos lá!
O público infantil vai orientando o Palhaço Chicote na procura da boneca. Ele simula que está com dificuldade de achar até que encontra.
Chicote – Ahá! Achei minha amiguinha. Com Deus o Chicote pode tudo! Com Deus o Chicote pode tudo! Estão vendo só! Achei a Xicuta. É Xicuta é o nome dela. Vocês querem ver? Ela vai falar o nome dela. Mas antes, nós temos que cantar uma musiquinha para ela poder brincar com a gente. É assim: “finge que é gente, pra a gente brincar! Finge que é gente pra gente brincar!”
A boneca Xicuta vai fazendo uma performance dançante até que se levanta.
Xicuta – Oi amiguinhos! O meu nome é Cicuta.
O Palhaço Chicote faz cara de espanto.
Chicote – Cicuta? Cicuta não. O seu nome é Xicuta.Xicuta – (a chicote) E o seu é Cicote. Chicote – Não, o meu nome não é Cicote. É Chiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.... (ficando sem ar e, logo depois, respira). ...cote. Chiiiiiiicote. Xicuta – Calma, Cicote. Assim você vai morrer com falta de ar.Chicote – Eu vou morrer é de raiva por ouvir você falar o meu nome e o seu nome errado. O meu nome é Chiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii....cote e o seu nome é Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...cuta. Xicuta, entendeu? E quer saber? Acho que você veio da loja com defeito.Xicuta – (expressão de choramingo) Defeito só porque eu tenho a língua presa?Chicote – Não é só por isso! É que na televisão você fala o nome das pessoas direito e o seu nome também direito.Xicuta – Ah, mas eu falo o nome das crianças que estão nos assistindo direitinho, quer ver. Olha só, aquele ali é Macarrão. Macarrão Cunha Azevedo. E aquela ali é a Cenoura. Cenoura da Silva Silveira. E aquela ali se chama...Chicote – (interrompendo) Chega, Xicuta. Não adianta! Não adianta que eu vou te levar para trocar por outra lá na loja. Vem cá!
Chicote agarra Xicuta que resiste.
Xicuta – Não! Por favor, Cicote!Chicote – O meu nome é Chicote!Xicuta – Por favor. Eu não quero voltar para aquela fábrica. Lá tem homens maus que me fabricaram. Não me deixe voltar para lá!Chicote – Maus? Como assim “maus”, Xicuta?Xicuta – (chorando) Sabe o que é? Eu vou contar para você. Antes de eles fabricarem as bonecas Cicuta...Chicote – Xicuta.Xicuta – Ah, você sabe. Pois é, quando eles estão fabricando a gente, eles falam umas coisas estranhas. Chicote – Como assim “coisas estranhas?”Xicuta – É, eles falam que não importa que as crianças vão ficar tristes, não importa que as crianças vão ficar sem sono, não importa que as crianças vão ficar sem estudar. Só o que importa é vender, vender e vender as bonecas.Chicote – Ah, mas não é possível. Eles parecem tão bonzinhos no comercial da Televisão. Quer saber, Xicuta? Acho que você está é mentindo, e fique sabendo você que mentir é muito feio. E por isso eu vou trocar você por outra sim.Xicuta – Não! Por favor. Olha imagine se a outra também estiver com esse defeito? Aí, você vai ficar indo e voltando, indo e voltando, indo e voltando para a loja. Eles vão fazer você de palhaço.Chicote – É mesmo. Então vamos pensar.
Chicote e Xicuta andam para lá e para cá.
Chicote – Peraí, Xicuta. Eu já sou um palhaço.Xicuta – Eu quis dizer bobo. Bobo!Chicote – Ah bom...Chicote e Xicuta andam para cá e para lá.Chicote – Ei, Xicuta. Então você está me dizendo que palhaço é mesma coisa que bobo?Xicuta – Ai, ai, ai. Parece mesmo, pois você fica com essa bobeira e não pensa numa ideia para me consertar, Cicote.Chicote – O meu nome é Chicote.Xicuta – Ah, você entendeu. E quer saber. Vai ver que você não gostou de mim desde início. Só pediu para sua mamãe me comprar porque todos seus amiguinhos têm uma boneca igual a mim. Chicote – E se isso for verdade, hein, Xicuta?Xicuta – Ah, então quer dizer que se os seus amiguinhos se jogarem no meio da rua para serem atropelados pelos carros você faz isso também. Hein, hein, hein, Cicote?Chicote – (vociferando) O meu nome é...
Xicuta se encurva, com as duas mãos escondendo rosto, demonstrando medo. Chicote percebe e modifica sua expressão.
Chicote – Está bem... Eu vou aguentar você falar meu nome errado, mas só enquanto a gente não conserta você.Xicuta – A gente?Chicote – É. EU vou te consertar e VOCÊ vai se consertar também! Não é só os outros que têm que nos concertar. Nós também temos que nos concertar. Já até tive uma ideia para isso.Xicuta – Que bom! E qual seria essa ideia?Chicote – Ora, a gente te desmontar.Xicuta – (gagueja assustada) M-me desmontar? Mas vai doer muito.Chicote – Xicuta, nem tudo que é bom para a gente é sem dor. Pelo contrário, as coisas que não são tão agradáveis muitas vezes são melhores para a gente. Por exemplo, as injeções que os médicos dão na gente são boas. As palmadinhas que os papais e as mamães dão na gente são boas para a gente não ter que apanhar da polícia na rua, e por aí vai. E para a gente mudar de um erro para um acerto, é bom deixar alguém nos desmontar e montar de novo, como por exemplo, Deus, que faz assim com os homens.Xicuta – Deus faz assim como os homens?Chicote – Sim, mas só os homens se deixam ser desmontados para serem montados de novo.Xicuta – Que legal. Então quero ser um brinquedo obediente também. Vai, me desmonta e monta logo.Chicote – Deixa comigo. Deixa eu começar examinando as suas costas. Deixe-me ver. Lalalálálálalalálá.Xicuta – Ô Cicote? Você tem experiência nesse desmonte de brinquedos mesmo?Chicote – (examinando as costas de Xicuta) Claro!Xicuta – Vê lá, hein, Cicote, porque é muito perigoso alguém que não sabe desmontar brinquedos desmontar uma bonequinha frágil como eu.Chicote – (examinando as costas da Xicuta) Ora, não se preocupe, Xicuta. Um dia eu desmontei um radinho de brinquedo e ele ficou melhor ainda.Xicuta – Como assim “melhor ainda”?Chicote – (examinando as costas da Xicuta) Ele virou um telefone de brinquedo. (pausa) Caramba! Olha o que eu achei nas suas costas? Uma cruz de cabeça para baixo. E por isso que quando eu te abraçava eu ficava todo cheio de dor e não sabia o que era. Vou jogar essa cruz de cabeça para baixo fora, sabe.Xicuta – Mas será que isso é o motivo de eu falar errado.Chicote – Calma, Xicuta. Vou continuar examinando você. Talvez esse não seja o único defeito.Xicuta – Você está me chamando de toda errada, é?Chicote – Calma, Xicuta. Vai ficar tudo bem. Vamos examinar agora a sua barriguinha. Ela é tão cheinha. Vamos ver de que ela está cheinha.Xicuta – Olha só, eu não como nenhuma porcaria.
Chicote vai tirando muitos doces da barriga da Xicuta e jogando para a plateia
Chicote – (perplexo) Não come nenhuma porcaria, Xicuta? Não come nenhuma porcaria? Xicuta, eu não encontrei sequer uma frutinha na sua barriga. Só doces. Você pode comer doce sim. Por exemplo, olha só a minha gravata. Eu sou o único palhaço do mundo que tem uma gravata feita todinha de algodão doce. Só que eu não fico lambendo a gravata toda hora. Você percebeu?Xicuta – Você tem razão, Cicote.Chicote – E você está muito gulosa para uma boneca tão pequenininha.Xicuta – Eu não sou pequenininha, sou Cicuta! Cicuta!Chicote – E eu não sou Cicote. Sou CHHHHHHHHHHHHHHHHHicote!Xicuta – Mas é porque...Chicote – Está bem, está bem! Eu percebi que você ainda está com esse defeito de falar o seu nome errado e o nome das pessoas errado também. Mas me desculpe. Eu não resisti. Bom, e qual será esse problema que faz com que você fale o seu nome e o nome dos outros errado? Qual será?Xicuta – Para a falar a verdade, eu não sei?Chicote – O que tinha de errado na sua barriguinha (dá uma examinada rápida na barriga de Xicuta) eu consertei. E com as suas costas (coloca, sem as crianças perceberem, um cartaz adesivo com o seguinte dizer: “PUXE A CORDA”, dando a entender para as crianças que estava de fato examinando-a) agora também está tudo certinho.Xicuta – O que será?Chicote – Bom, talvez os nossos amiguinhos nos ajudem.Xicuta – É. Quem sabe eles percebem alguma coisa que não percebemos, pois as crianças são muito espertas para isso.
Chicote e Xicuta andam para lá e para cá, permitindo que as crianças percebam o que está escrito nas costas da Xicuta. Certamente elas gritarão “puxe a corda” e também perceberão numa cordinha dependurada desde o início nas costas da boneca Xicuta.
Chicote – (ao público) O quê?Xicuta – (ao público) O quê, amiguinhos? Falem mais alto!Chicote – (ao público) Não estou entendendo. O quê? Puxe a carta?Xicuta – Não, Cicote. Eu acho que é para PUXAR A CORDA. A corda, Cicote. A corda que tem nas minhas costas.Chicote – Ai... É mesmo. Que distraído que eu sou. Estão vendo como é ruim ficar desligado, amiguinhos. Nós temos que ficar o tempo todo ligado para não ser atropelado, para não ser enganado, para não ser tapeado, para não ser esbofet...Xicuta – Ai, Cicote. Está bom. Os nossos amiguinhos já entenderem que eles têm que ficar completamente ligados. Só que quem ainda não está completamente ligada sou eu. Vai, me liga logo! Vai ver que é por isso que eu ainda estou falando o meu nome e o nome dos outros de errado.Chicote – Então ta legal. Lá vai. Contem comigo, amiguinhos. 1, 2, 3 e... já.
O palhaço chicote puxa a corda da boneca Xicuta.
Xicuta – SEU PORCO! VOCÊ É UM PORCO! EU TAMBÉM SOU PORCA! AHHHHHHHHHH! VOCÊ NÃO VAI CONSEGUIR DORMIR PORQUE É LEGAL SER DA NOITE, QUE NEM VAMPIRO! AHHHHHHHHHH! O BOM MESMO É FICAR SEM TOMAR BANHO! O BOM MESMO É DESRESPEITAR O PAPAI E A MAMÃE! AHHHHHHHHHH! EU SOU A BONECA CICUTA! AHHHHHHHHHH
O Palhaço Chicote se assusta e fica bem longe, ouvindo essas frases proferidas pela boneca Xicuta assustado. Ele se aproxima da boneca e, escondido, consegue desligá-la. Enquanto isso, ela está em pé encurvada para frente, exprimindo estar desligada. O palhaço pega uma fita K7 que está no bolso da boneca cicuta, joga no chão e coloca outra fita K7 no bolso da boneca e puxa novamente a corda, dando a entender ao público que era esse o problema.
Xicuta – (despertando morosamente e falando mansamente) SEU... SEU... Cabelo está despenteado. Você deve fazer boas amizades. Você tem que obedecer aos seus pais. Você pode brincar de qualquer coisa que não te faça mal. O meu nome é Xicuta é o seu é... é...é....Suspense.Xicuta – (com um enorme sorriso) CHIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIICOTE!Todos vibram. Xicuta e Chicote se abraçam.Chicote – Viram só, amiguinhos. Vocês podem brincar de qualquer coisa que não lhe façam mal, não é, boneca XicutaXicuta – É isso aí, palhaço Chicote. Mas se, mesmo assim, alguém insistir em dar para você alguma coisa que lhe faça mal, entregue o brinquedo, a roupa ou esse objeto para um adulto inteligente e ele vai lhe devolver o brinquedo, a roupa ou o objeto sem aquilo que venha te fazer mal.Chicote – Só que SE esse brinquedo, roupa ou objeto só lhe faz mal, é melhor que ela desapareça por completo! E só assim...Xicuta e Chicote - ... VOCÊ VAI BRINCAR SEM SE PREJUDICAR!Xicuta e Chicote cantam a música final.Xicuta e Chicote – Se o mal vier habitar. Dentro dos brinquedos. É melhor escolher outra coisa pra brincar Do que viver com medo.
REFRÃO
Vamos brincar, vamos brincar, Para todo mundo se alegrar!Vamos brincar, vamos brincar,Para todo mundo se alegrar
O CARVÃO E A CAMISA
REPRESENTAMOS ESTA PEÇA NA MINHA IGREJA NA EBF.
FOI UMA BENÇÃO TODOS GOSTARAM.
AS CRIANÇAS RIRAM MUITO DO ZECA!!!
ACHEI ESTA PEÇA NA NET.
Zeca ficou MUITO magoado com seu amiguinho. Cheio de ódio conta para seu pai os desejos que alimentava...O pai propõe uma brincadeira para amenizar a raiva, arremessar carvão numa camisa branca, imaginando o amiguinho nela...
NARRADOR: Certa vez o pequeno Zeca de apenas 8 anos, entrou em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
PAI: Meu filho venha aqui um momento para termos uma conversa séria.
ZECA: Olha pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
NARRADOR: Seu pai, um homem simples e cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
ZECA: O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir a escola.
NARRADOR: O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
PAI: Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o ultimo pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
NARRADOR: O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos a obra. O
varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa.
O pai que espiava tudo de longe se aproxima do menino e lhe pergunta:
PAI: Filho como está se sentindo agora?
ZECA: Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
NARRADOR: O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
PAI: Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
NARRADOR: O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:
PAI: Filho, você viu que a camisa quase não se sujou. Entretanto, olhe só para você! O mau que desejamos aos outros e como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos e a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
NARRADOR: Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras.
Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações.
Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos.
Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter.
Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.
DEPOIS COLOCAREI FOTOS!!!
FOI UMA BENÇÃO TODOS GOSTARAM.
AS CRIANÇAS RIRAM MUITO DO ZECA!!!
ACHEI ESTA PEÇA NA NET.
Zeca ficou MUITO magoado com seu amiguinho. Cheio de ódio conta para seu pai os desejos que alimentava...O pai propõe uma brincadeira para amenizar a raiva, arremessar carvão numa camisa branca, imaginando o amiguinho nela...
NARRADOR: Certa vez o pequeno Zeca de apenas 8 anos, entrou em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
PAI: Meu filho venha aqui um momento para termos uma conversa séria.
ZECA: Olha pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
NARRADOR: Seu pai, um homem simples e cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
ZECA: O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir a escola.
NARRADOR: O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
PAI: Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o ultimo pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
NARRADOR: O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos a obra. O
varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa.
O pai que espiava tudo de longe se aproxima do menino e lhe pergunta:
PAI: Filho como está se sentindo agora?
ZECA: Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
NARRADOR: O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
PAI: Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
NARRADOR: O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:
PAI: Filho, você viu que a camisa quase não se sujou. Entretanto, olhe só para você! O mau que desejamos aos outros e como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos e a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
NARRADOR: Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras.
Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações.
Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos.
Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter.
Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.
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